quinta-feira, 8 de maio de 2014

Análise da Música - Gabriel Oliveira

Nome: Gabriel Oliveira Costa - nº 15
Índios – Legião Urbana

Quem me dera ao menos uma vez
Ter de volta todo o ouro que entreguei a quem
Conseguiu me convencer que era prova de amizade
Se alguém levasse embora até o que eu não tinha
Quem me dera ao menos uma vez
Esquecer que acreditei que era por brincadeira
Que se cortava sempre um pano de chão
De linho nobre e pura seda
Quem me dera ao menos uma vez
Explicar o que ninguém consegue entender
Que o que aconteceu ainda está por vir
E o futuro não é mais como era antigamente
Quem me dera ao menos uma vez
Provar que quem tem mais do que precisa ter
Quase sempre se convence que não tem o bastante
Fala demais por não ter nada a dizer
Quem me dera ao menos uma vez
Que o mais simples fosse visto
Como o mais importante
Mas nos deram espelhos e vimos um mundo doente
Quem me dera ao menos uma vez
Entender como um só Deus ao mesmo tempo é três
E esse mesmo Deus foi morto por vocês
Sua maldade, então, deixaram Deus tão triste
Eu quis o perigo e até sangrei sozinho
Entenda
Assim pude trazer você de volta pra mim
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do início ao fim
E é só você que tem a cura pro meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi
Quem me dera ao menos uma vez
Acreditar por um instante em tudo que existe
E acreditar que o mundo é perfeito
E que todas as pessoas são felizes
Quem me dera ao menos uma vez
Fazer com que o mundo saiba que seu nome
Está em tudo e mesmo assim
Ninguém lhe diz ao menos obrigado
Quem me dera ao menos uma vez
Como a mais bela tribo
Dos mais belos índios
Não ser atacado por ser inocente
Eu quis o perigo e até sangrei sozinho
Entenda
Assim pude trazer você de volta pra mim
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do início ao fim
E é só você que tem a cura pro meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi
Nos deram espelhos e vimos um mundo doente
Tentei chorar e não consegui

Análise: Ao analisar a letra da musica é perceptível que o autor fala dos portugueses que exploraram os índios em buscas de riquezas, abusando da inocência dos índios para realizarem seu objetivo e usando esta situação ele queria mostrar a ambição humana, mas ao contrario do que parece a musica não diz apenas isso.
A musica foi feita após o incidente de tentativa de suicídio (1984) de Renato Russo ele estaria a repensar a sua vida e também poderia estar a apegado a Deus como as seguintes frases supõem: “Assim pude trazer você (Deus) de volta pra mim”, “Quando descobri que é sempre só você (Deus) que me entende” e “E é só você (Deus) que tem a cura pro meu vício”. Alem de que na frase: “De tudo que eu ainda não vi”, ele se refere de coisas que ele ainda não viveu.

Análise da Música - Raquel Araújo

Nome: Raquel Araújo - nº 36
As Cores - Cine


O vento bate a porta e não me engana mais
A decoração branca não me satisfaz
Eu queria estar no seu lugar, mas não estou

Acham que enlouqueci
Perguntam de você pra mim
E eu tento dizer que esta tudo bem

Estou igual, vivendo o irreal
Perguntei do final, pras flores
As flores, são parte do total
Já se tornou banal
Me sentir mal
Me sinto mal

As cores lá fora, me disseram pra continuar
Elas me disseram pra continuar
(E eu já superei)

Mas eu queria suas mãos nas minhas
Revelar as fotos que tiramos e ninguém sabia
Da sua partida (da sua partida)

E se foi, se jogou num mar aberto de ilusões
E as ondas te acertaram como eu planejei, eu exagerei

Um sentimento tão forte
Eu sei que tive sorte (aquilo não era o que eu sou)
Agora sei muito bem quem sou
E o que me tornou

Tão igual, vivendo o irreal
Perguntei do final, pras flores
As flores, são parte do total
Já se tornou banal
Me sentir mal
Me sinto mal

As cores lá fora, me disseram pra continuar
Elas me disseram pra continuar
(E eu já superei)

Mas eu queria suas mãos nas minhas
Revelar as fotos que tiramos e ninguém sabia
Dessa sua partida (da sua partida)

(Tudo que eu penso parece que é você
Eu tento, luto, venço, mas não vou esquecer)

Tudo o que eu falei
Eu te fazia chorar, não te ouvia falar
Só te peço perdão
Hoje canto pra que ouça
Dos céus que eu não duvidei do amor

Tão igual, vivendo o irreal x4


Análise:  É sobre um hospital, que quando as portas se bateram ele não teve mais duvida, do que ele de fato imaginava, e a cor não lhe agradava, ali havia uma pessoa que ele amava muito e que queria estar no lugar dela. Os parentes perguntavam se ela estava bem, mas ela estava morta, ele tentava falar que estava tudo bem mesmo sem estar.
No velório, ele se lembrava das coisas que passaram juntos, mais mesmo assim ele já tinha se acostumado com a dor, e que as cores fora do hospital, davam forças pra ele continuar, mais o que ele realmente queria era ela lá, segurando a sua mão, e revelar a fotos que eles tiraram.
Ela morreu afogada no mar, depois de uma briga, ele disse coisas horríveis pra ela, e ela estava em depressão por causa do fim do namoro. Então quando ele foi embora ela foi dar uma volta, e acabou morrendo no mar. Depois disso ela foi encontrada e vai para o hospital. Quando ele diz “aquilo não era o que eu sou” se refere ao fato de ele estar nervoso e ter dito coisas pra ela que foram da boca pra fora e que não deveria ter dito.
Ele se sente culpado por não ter escutado o que ela queria dizer depois dele ter acabado com o namoro.
As cores das quais ele se refere são as cores de fora do hospital, as coisas que ele via na saída, tudo. Mas ele a queria lá com ele. Essas “fotos” a que ele se refere, são as lembranças da cabeça dele, e não fotos de verdade, é ainda de quando ele lembrava e não sabia que ela estava morta.

Análise da Música - Julia Helena

Nome: Julia Helena nº -
Garotos II (O outro lado) - Leoni
Seus olhos e seus olhares
Milhares de tentações
Meninas são tão mulheres
Seus truques e confusões
Se espalham pelos pelos
Boca e cabelo
Peitos e poses e apelos
Me agarram pelas pernas
Certas mulheres como você
Me levam sempre onde querem
Garotos não resistem
Aos seus mistérios
Garotos nunca dizem não
Garotos como eu
Sempre tão espertos
Perto de uma mulher
São só garotos
Seus dentes e seus sorrisos
Mastigam meu corpo e juízo
Devoram os meus sentidos
Eu já não me importo comigo
Então são mãos e braços
Beijos e abraços
Pele, barriga e seus laços
São armadilhas
E eu não sei o que faço
Aqui de palhaço
Seguindo seus passos
Garotos não resistem
Aos seus mistérios
Garotos nunca dizem não
Garotos como eu sempre tão espertos
Perto de uma mulher
São só garotos
São só garotos
Se espalham pelos pelos
Boca e cabelo
Peitos e poses e apelos
Me agarram pelas pernas
Certas mulheres como você
Me levam sempre onde querem
Garotos não resistem
Aos seus mistérios
Garotos nunca dizem não
Garotos como eu
Sempre tão espertos
Perto de uma mulher
Garotos não resistem
Aos seus mistérios
Garotos nunca dizem não
Garotos como eu
Sempre tão espertos
Perto de uma mulher
São só garotos
Perto de uma mulher
São só garotos
Perto de uma mulher
São só ... garotos
Análise: A musica escrita apenas por Leoni é como uma resposta masculina as reclamações de suas parceiras. Onde ele relata que perto das mulheres os homens viram apenas garotos, que não conseguem resistir aos seus encantos, que não conseguem dizer “não”, Garotos que não sabem jogar como as mulheres no “jogo amoroso”.

Análise da Música - Mayara Martins

Nome: Mayara Camelo Martins - n° 32
Legião Urbana - Geração Coca-Cola 

Quando nascemos fomos programados
A receber o que vocês
Nos empurraram com os enlatados
Dos U.S.A., de nove as seis.

Desde pequenos nós comemos lixo
Comercial e industrial
Mas agora chegou nossa vez
Vamos cuspir de volta o lixo em cima de vocês

Somos os filhos da revolução
Somos burgueses sem religião
Somos o futuro da nação
Geração Coca-Cola

Depois de 20 anos na escola
Não é difícil aprender
Todas as manhas do seu jogo sujo
Não é assim que tem que ser

Vamos fazer nosso dever de casa
E aí então vocês vão ver
Suas crianças derrubando reis
Fazer comédia no cinema com as suas leis

Somos os filhos da revolução
Somos burgueses sem religião
Somos o futuro da nação
Geração Coca-Cola
Geração Coca-Cola
Geração Coca-Cola
Geração Coca-Cola

Análise: A música, fala sobre a influência dos E.U.A, o que acontece, é que a Coca-Cola é uma das maiores empresas do mundo, e como uma forma de Renato tachar a geração de jovens do momento, ele escolheu a Coca-Cola pra mostrar que somos pura cópia desses produtos. Que somos nada mais, do que feitos programados, de comerciais industriais.
Geração Coca-Cola, é a geração da valorização do que é de fora, e não do que é daqui.
Geração Coca-Cola" é uma crítica, e conhecida por sua ironia e estrutura simples feita para marcar não somente o governo, mas a geração jovem do momento, o capitalismo, as compras e tudo o que gira em torno disso. 

Análise da Música - Denilson Padilha

Nome: Denilson Padilha - nº 11
Eu não pedi pra Nascer - Facção Central

Minha mão pequena bate no vidro do carro
No braço se destacam as queimaduras de cigarro, a chuva forte ensopa a camisa e o short
Qualquer dia a pneumonia me faz tossir até a morte
Uma moeda, um passe me livra do inferno, me faz chegar em casa e não apanhar de fio de ferro
O meu playground não tem balança, escorregador, sua mãe Vadia perguntando quanto você ganhou
Jogando na cara que tentou me abortar, que tomou umas 5 injeções pra me tirar
Quando eu era nenê tentou me vender uma pa de vez, quase fui criado por um casal inglês
Olho roxo, escoriação, porra, que foi que eu fiz? em vez de tá brincando ta colecionando cicatriz
Porque não pensou antes de abrir as pernas, filho não nasce pra sofrer não pede pra vir pra Terra.

O seu papel devia ser cuidar de mim, cuidar de mim, cuidar de mim 
nao espancar, torturar, machucar, me bater, eu nao pedi pra nascer
O seu papel devia ser cuidar de mim, cuidar de mim, cuidar de mim
Não espancar, torturar, machucar, me bater, eu não pedi pra nascer

Minha goma é suja, louça sem lavar, seringa usada, camisinha em todo lugar
Cabelo despenteado, bafo de aguardente é raro quando ela escova os dentes
Várias armas dos outros muquiadas no teto, na pia mosquitos, baratas, disputam os restos
Cenário ideal pra chocar a UNICEF, Habitat natural onde os assassinos crescem
Eu não queria Playstation nem bicicleta, só ouvir a palavra "filho" da boca dela
Ouvir o grito da janela "A comida tá pronta", não ser espancado pra ficar no farol a noite toda
Qualquer um ora pra Deus pra pedir que ele ajude, dê dinheiro, felicidade, saúde 
Eu oro pra pedir coragem e ódio em dobro pra amarrar minha mãe na cama por querosene e meter fogo

O seu papel devia ser cuidar de mim, cuidar de mim, cuidar de mim
nao espancar, torturar, machucar, me bater, eu nao pedi pra nascer
O seu papel devia ser cuidar de mim, cuidar de mim, cuidar de mim
nao espancar, torturar, machucar, me bater, eu nao pedi pra nascer

Outro dia a infância dominou meu coração, gastei o dinheiro que eu ganhei com um album do Timão
Queria ser criança normal que ninguém pune, que pula amarelinha, joga bolinha de gude
Cansei de só olhar o parquinho ali perto, senti inveja dos moleque fazendo castelo
Foda-se se eu vou morrer por isso, Obrigado meu Deus por um dia de Sorriso
A noite as costas arderam no coro da cinta, tacou minha cabeça no chão
Batia, Batia, me fez engolir figurinha por figurinha
Espetou meu corpo inteiro com uma faca de cozinha
Olhei pro teto vi as armas num pacote, subi na mesa catei logo a Glock
Mãe, devia te matar mas não sou igual você, invés de me sujar com seu sangue eu prefiro morrer....Bum!
O seu papel devia ser cuidar de mim, cuidar de mim.
Não me espancar, torturar, machucar me bater, eu não pedi pra nascer.
O seu papel devia ser cuidar de mim, cuidar de mim.
Não me espancar, torturar, machucar me bater, eu não pedi pra nascer.


Análise:  A Música se refere aos temas :  Violência Doméstica, Pobreza e Abandono, hoje vemos que é muito comum esses assuntos, e que está presente em muitas famílias, de diversas classes sociais. A música retrata bem esses temas. Era uma criança , que desde pequena sofria maus tratos da sua própria mãe, que o fazia trabalhar nas ruas,no faról, fazendo bicos, pedindo dinheiro; sofrendo com o tempo, tendo risco de pegar doenças. Ele batalhava para ganhar umas moedinhas, para se livrar das surras, ele não tinha diversão alguma, ao contrário disso, sua mãe ficava no pé dele perguntando quanto ele tinha  ganhado.
Ela afirmava que já tinha tentado abortar ele um monte de vezes quando criança, inclusive tentou vender ele. Ele apanhava muito, muitas cicatrizes, escoriações desnecessárias o tempo todo. Sua casa era suja, bagunçada; sua mãe andava desarrumada, não se cuidava, havia armas pra todo lugar, mosquitos e baratas se alimentavam com o resto das comidas; era um cenário pra chocar qualquer um. Ele não queria video game , bicicleta, nem nada, apenas queria ouvir da mãe a palavra "filho", ao invés de ser espancado para trabalhar. Ele dizia que as pessoas costumam pedir a Deus ajuda, dinheiro, felicidade, saúde ; enquanto ele só orava pra não matar sua mãe de tamanho ódio que ele sentia.  Um dia ele gastou o dinheiro que ganhou com figurinhas  de time, pois ele queria ser apenas uma criança normal que brincasse, assim como os outros, ele cansava de ver os outros se divertindo, mas mesmo assim agradecia a Deus por mais um dia de sorriso. No outro dia sua mãe o espancou,torturou, porque havia gastado o dinheiro com figurinhas. Cansado de tanto sofrer, ser torturado, espancado , pegou a arma que avistou no teto,pensou que podia matar sua mãe, mas como não era igual a ela, pensou bem e decidiu se matar...
O papel de sua Mãe devia ser apenas de cuidar de seu filho, não o espancar, torturar, ele não pediu pra nascer, pra sofrer tanto como sofreu.

Análise da Música - Emily Barbosa

Nome: Emily Barbosa Gomes da Silva   - nº 12
Brasil - Cazuza


Não me convidaram
Pra essa festa pobre
Que os homens armaram pra me convencer
A pagar sem ver
Toda essa droga
Que já vem malhada antes de eu nascer

Não me ofereceram
Nem um cigarro
Fiquei na porta estacionando os carros
Não me elegeram
Chefe de nada
O meu cartão de crédito é uma navalha

Brasil
Mostra tua cara
Quero ver quem paga
Pra gente ficar assim
Brasil
Qual é o teu negócio?
O nome do teu sócio?
Confia em mim

Não me convidaram
Pra essa festa pobre
Que os homens armaram pra me convencer
A pagar sem ver
Toda essa droga
Que já vem malhada antes de eu nascer

Não me sortearam
A garota do Fantástico
Não me subornaram
Será que é o meu fim?
Ver TV a cores
Na taba de um índio
Programada pra só dizer "sim, sim"

Brasil
Mostra a tua cara
Quero ver quem paga
Pra gente ficar assim
Brasil
Qual é o teu negócio?
O nome do teu sócio?
Confia em mim

Grande pátria desimportante
Em nenhum instante
Eu vou te trair
(Não vou te trair) 
Análise:  Não se refere apenas a uma pessoa ou um relacionamento. É sobre a insatisfação crônica que a nossa vida vazia nos proporciona. Quando ele diz " quando muito ainda é pouco, voce quer infantil e louco o sol acima do sol", o autor se refere de forma equivalente ao " I can't get no satisfaction" dos Rolling Stones... Apesar de termos mais que o suficiente para viver bem, termos pessoas ao nosso lado, e muitas vezes até mesmo um grande amor, queremos cada vez mais e não conseguimos encontrar a satisfação e a felicidade nas nossas relações familiares e no interior de nossa alma...

Análise da Música - Beatriz Ribeiro

Nome: Beatriz Ribeiro - nº 03
Campo de Batalha - Edson Gomes

 

No campo de batalha cheira a morte
No campo de batalha a morte é mais forte

No campo de batalha cheira a morte
No campo de batalha a morte é mais forte

Alguém vencerá
Alguém vencerá oh
Alguém morrerá enfim

No campo de batalha cheira a morte
No campo de batalha a morte é mais forte

No campo de batalha cheira a morte
No campo de batalha a morte é mais forte

Vós matar a quem nunca viu
Vós matar a quem não te fez nada oh
Vós morrer por nada
Por nada yeah
Derramar teu sangue
Em favor de que? de que? (nada)
E a família te espera oh oh oh oh
Toda família desespera
Lágrima nos olhos
Tristeza na face
O peito apertado
Pois sabe (pois sabe)

Que alguém vencerá
Alguém vencerá oh
alguém morrerá enfim..

Análise: 
No primeiro verso da musica o cantor diz que a cidade é como se fosse um campo de batalha e que cheira a morte,ou seja,a cidade esta desestruturada aonde vários assassinatos e ninguém paga pelo crime que comete.
Muitas pessoas conseguem se salvar de pessoas maldosas mas outras não e acabam sendo vitimas dessas pessoas. Fala também sobre a rivalidade que existe entre bandidos e policiais.Já no terceiro verso ele fala diretamente aso assassinos que matam pelo simples fato de ver a pessoa ferida e a família sofrendo,em outros casos pessoas morrem tentando salvar outra vida e não consegue ,ou querem defender uma causa em que acreditam por exemplo,dando seu sangue para que as coisas na favela melhore.Toda família espera que seus filhos,netos,sobrinhos cresçam e tenham uma vida digna, honesta mas nem sempre é assim por falta até mesmo dentro de casa eles desistem de correr atrás de uma vida de esforço no trabalho para a vida do crime em que acham que se dão melhor.Pessoas já não acreditam mais na mudança de uma vida sofrida para uma uma vida melhor, carregam nos olhos  uma tristeza imensa e já não tem mas esperança melhora..